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APAEs se reinventam para se manter durante pandemia

A APAE Sorocaba está fechada para atendimentos presenciais desde o fim de março. Eles tem quase 50 funcionários e cerca de 360 pessoas atendidas, mas os assistidos pela entidade só são atendidos atualmente de maneira virtual.

Apesar de o poder público continuar repassando os recursos, os 30% que vêm da sociedade civil estão inevitavelmente comprometidos neste momento. Para se ter uma ideia, dois dos grandes eventos fortes em que a APAE conseguia boas arrecadações não foram realizados no primeiro semestre devido à covid-19: a Festa Junina de Sorocaba e a Festa Japonesa, no Parque Kasato Maru.

Para recompensar as baixas no caixa com a ausência de eventos presenciais, a APAE Sorocaba está se reinventando como pode. O presidente da entidade, Fábio Umezo, conta que a instituição tentando fazer ao menos um evento por mês seguindo os protocolos sanitários.

Um exemplo foi a festa junina realizada recentemente, em que as pessoas podiam comprar vouchers (sopa, lanches, pastéis etc) antecipadamente e apenas retirar na entidade.

Na APAE Votorantim, a situação não é diferente. A entidade conta com cerca de 30 funcionários e chega a atender 140 pessoas. Está nos mesmos moldes de Sorocaba, atendendo de maneira remota.

Eles estão sempre em busca de empresários pra tentar ajuda, mas, enquanto isso, têm promovido alguns eventos, como a recente Sopa de Mandioca Solidária. Também estão vendendo máscaras da entidade para fazer uma graninha extra.

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