Programa estadual foca na educação de jovens, que são maioria entre as vítimas de acidentes
Aos 12 anos, a vida dela mudou completamente quando uma professora de educação física apresentou o esporte paralímpico em uma escola estadual de Itapetininga.
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Foco e determinação são as palavras que definem o dia a dia da atleta Jéssica Giacomelli, de Itapetininga. Nascida com uma má-formação na coluna que a fez perder o movimento e a sensibilidade da perna direita, ela jamais permitiu que essa condição a limitasse.
Aos 12 anos, a vida dela mudou completamente quando uma professora de educação física apresentou o esporte paralímpico em uma escola estadual de Itapetininga. Desde então, Jéssica e a cadeira de rodas esportiva tornaram-se inseparáveis.
Com muita dedicação e esforço, a atleta de Itapetininga conquistou o recorde brasileiro nas provas de 100, 200 e 400 metros, as conquistas não pararam por aí. Recentemente, ela foi convocada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro para competir nas Paralimpíadas de Paris deste ano, que começa no dia 28 de agosto.
“Eu sabia que a convocação era possível, mas não tínhamos certeza devido ao número de provas. Tenho várias concorrentes pelo mundo e passei anos correndo pelo Brasil. Eu tinha esperança, mas não esperava. Minha modalidade é muito concorrida e sempre esperamos ver nossos nomes aparecerem,” relatou Jéssica.
A trajetória da paratleta começou na Estação Cidadania, em Itapetininga, onde treinou diariamente por mais de uma década. A rotina era intensa, com treinos diários na pista, sempre dando o melhor de si. A treinadora, Eunice Aparecida de Lima, lembra com orgulho do primeiro contato com a jovem atleta. “É muito orgulho, né? Um trabalho árduo. A conquista dela é nossa também.” O legado de Jéssica já inspira novos talentos no esporte. Hoje, 50 atletas com algum tipo de deficiência treinam diariamente na mesma pista onde Jéssica começou a jornada dela. E ver que a história dela inspira outros jovens é um motivo a mais para dar o melhor de si em Paris.
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