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Cozinheiras de escolas municipais não recebem rescisão em Sorocaba

Por conta da pandemia do coronavírus, as 521 cozinheiras escolares de Sorocaba foram demitidas. Parte delas (163) recebeu a rescisão de contrato da empresa AEX , mas 358 ainda aguardam a liberação do dinheiro de uma outra empresa terceirizada, que presta serviços para a prefeitura.

As profissionais fizeram manifestação na prefeitura nesta semana e têm feito reuniões para tentar resolver a situação. Segundo o sindicato que representa a categoria, a empresa alega não ter condições de pagar à vista o valor das demissões devido à crise e quer parcelar a quantia em cinco vezes.

O sindicato alega que existe uma cláusula no contrato com a prefeitura que prevê o município pague por eventuais prejuízos da empresa em casos de calamidade. A prefeitura ainda não assegurou quando as aulas voltam de fato.

E apesar do impasse envolvendo as cozinheiras, o que dá um pouco mais de tranquilidade é a garantia de que elas devem ser recontratadas quando as escolas e creches reabrirem.

A prefeitura de Sorocaba disse que cumpriu todos os deveres, honrando os repasses e o contrato, que fez análises financeira e jurídica de todos os pedidos realizados pela empresa prestadora de serviço pra evitar as possíveis rescisões contratuais de seus empregados e, por fim, falou assim que as atividades escolares voltarem, os contratos serão retomados. A empresa que deveria fazer o pagamento para as cozinheiras ainda não se pronunciou.

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