Ainda não há definição sobre quem assumirá o comando da Arquidiocese de Sorocaba após sua saída. Segundo Dom Júlio, a arquidiocese entrará em um período de vacância até que um novo arcebispo seja nomeado.
A Guarda Municipal de Jundiaí iniciou o serviço de escolta dos ônibus que atendem os estudantes que passaram por um episódio de confusão com manifestantes na última sexta-feira (04). A escolta acontece durante todo o trajeto das linhas que atendem a escola técnica que eles frequentam.
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Ainda não há definição sobre quem assumirá o comando da Arquidiocese de Sorocaba após sua saída. Segundo Dom Júlio, a arquidiocese entrará em um período de vacância até que um novo arcebispo seja nomeado.
Alerta da Defesa Civil dura até o sábado (5)
O caso está sob investigação para apurar as circunstâncias da morte da criança e possíveis responsabilidades.
Desde o início das operações, há três meses, já foram emitidas 20 notificações e 10 autuações, principalmente por descarte irregular de lixo.
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A Guarda Municipal de Jundiaí iniciou o serviço de escolta dos ônibus que atendem os estudantes que passaram por um episódio de confusão com manifestantes na última sexta-feira (04). A escolta acontece durante todo o trajeto das linhas que atendem a escola técnica que eles frequentam.
Além das viaturas que escoltam o trajeto, a GM mantém viatura fixa em ponto específico de circulação do transporte e dos estudantes ao longo do dia. A medida tem o objetivo de garantir a segurança dos alunos e deve ser mantida por prazo indeterminado.
Na sexta-feira (04) ocorria uma manifestação em frente ao quartel do Exército Brasileiro de Jundiaí, quando o ônibus que transportava os alunos passou pelo local. Alguns deles começaram a gritar e se manifestar contra o presidente. Um dos manifestantes teria atirado uma pedra contra o ônibus e atingido um dos estudantes. Eles foram em direção ao ônibus e conseguiram entrar no veículo, quando houve uma confusão generalizada.
A Polícia Civil de Jundiaí já ouviu 3 pessoas envolvidas no caso, que relataram não terem sido agressivas. Mas o delegado fez uma comparação com as imagens divulgadas e decidiu indiciar os suspeitos por violência política e um deles por constrangimento ilegal. Uma quarta pessoa envolvida ainda não foi identificada.
O caso está sob investigação para apurar as circunstâncias da morte da criança e possíveis responsabilidades.
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Vítima já havia registrado dois boletins de ocorrência contra o agressor.
A investigação continua para apurar outros possíveis envolvidos.
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