Ainda não há definição sobre quem assumirá o comando da Arquidiocese de Sorocaba após sua saída. Segundo Dom Júlio, a arquidiocese entrará em um período de vacância até que um novo arcebispo seja nomeado.
Grupo investigado movimentou R$ 450 milhões em esquema que ocultava cocaína em alimentos congelados. Sorocaba e Quadra estão entro os alvos da operação.
Ainda não há definição sobre quem assumirá o comando da Arquidiocese de Sorocaba após sua saída. Segundo Dom Júlio, a arquidiocese entrará em um período de vacância até que um novo arcebispo seja nomeado.
Alerta da Defesa Civil dura até o sábado (5)
O caso está sob investigação para apurar as circunstâncias da morte da criança e possíveis responsabilidades.
Desde o início das operações, há três meses, já foram emitidas 20 notificações e 10 autuações, principalmente por descarte irregular de lixo.
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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (20), a Operação Iceberg para desarticular uma organização criminosa que escondia cocaína em cargas de alimentos congelados destinadas à exportação. O esquema utilizava a estrutura de empresas de logística para o envio da droga a partir de portos em Santa Catarina, com ramificações em outros estados, incluindo São Paulo.
Policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão, incluindo ações em Sorocaba e Quadra, no interior paulista. A Justiça Federal também determinou o sequestro de veículos e imóveis, além do bloqueio de contas bancárias ligadas a 17 pessoas físicas e jurídicas.
As investigações começaram após a apreensão de três cargas de cocaína em países africanos, como Líbia, Libéria e Serra Leoa, em dezembro de 2022. As drogas estavam escondidas em lotes de frango congelado exportados a partir do porto de Itapoá (SC) e manipulados por uma empresa de logística de alimentos.
A PF identificou que um grupo de trabalhadores de empresas de logística, com acesso a informações sobre cargas e embarcações, usava esse conhecimento para esconder o entorpecente. O grupo também cooptava funcionários de outras empresas para expandir a operação para outros portos, como o de Paranaguá, no Paraná.
No núcleo financeiro, os pagamentos eram feitos por meio de empresas de fachada, e a movimentação bancária do esquema entre 2022 e 2024 chegou a cerca de R$ 450 milhões.
A investigação aponta que as empresas exportadoras e importadoras legítimas não tinham conhecimento do esquema criminoso. O caso gerou prejuízos milionários, incluindo a interrupção de negociações com países africanos. Além disso, dois representantes de uma empresa importadora da Líbia foram presos sob acusação de tráfico internacional, mas foram libertados após a Polícia Federal esclarecer os fatos à Justiça líbia.
O caso está sob investigação para apurar as circunstâncias da morte da criança e possíveis responsabilidades.
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Vítima já havia registrado dois boletins de ocorrência contra o agressor.
A investigação continua para apurar outros possíveis envolvidos.
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