Em outubro do ano passado, eles lançaram o álbum ‘Nash’, gravado em Nashville, capital da música country dos Estados Unidos.
Ao todo, 30 agentes federais estão mobilizados para cumprir três mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Sumaré.
Em outubro do ano passado, eles lançaram o álbum ‘Nash’, gravado em Nashville, capital da música country dos Estados Unidos.
Um terceiro suspeito segue foragido.
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Em Sorocaba, de acordo com o último boletim epidemiológico, já são 4.885 casos confirmados da doença.
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Na manhã desta terça-feira (12), a Polícia Federal deflagrou a Operação Mithras, com o objetivo de reprimir o tráfico interestadual de drogas e aprofundar as investigações sobre uma associação criminosa responsável por essa atividade ilícita. A operação está sendo realizada nas cidades de Sumaré, Salto e Nova Odessa, no interior de São Paulo, com mandados de prisão e de busca e apreensão sendo cumpridos em endereços ligados aos suspeitos.
O nome da operação, Mithras, remete a uma divindade persa associada à luz, verdade e justiça. O trabalho investigativo teve início em 2 de agosto de 2024, quando dois homens foram presos em flagrante em Sumaré enquanto descarregavam 872 quilos de maconha de uma carreta vinda de Contenda, Paraná. A partir dessa apreensão, a Polícia Federal identificou uma estrutura criminosa organizada para o transporte e distribuição de drogas em diversos estados.
Ao todo, 30 agentes federais estão mobilizados para cumprir três mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Sumaré. Os alvos incluem residências e veículos de sete homens suspeitos de fornecimento, transporte e lavagem do dinheiro obtido com o tráfico.
Além dos mandados, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias dos investigados, no valor de até R$ 350 mil. As investigações também apontaram que o grupo criminoso realizou pelo menos outra viagem interestadual, em abril, com destino a Rio Claro, SP, onde distribuíram drogas. Os envolvidos responderão por tráfico interestadual de drogas, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro, crimes cujas penas somadas podem ultrapassar 25 anos de prisão. A operação continua em andamento e visa enfraquecer a logística financeira e operacional do grupo criminoso.
Um terceiro suspeito segue foragido.
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